1º de Setembro - Dia do Bailarino(a)

Hoje é Dia da Bailarina. Será? Não se assuste é um problema de data. Hoje dia 1 de setembro é Dia da Bailarina e Dia do Profissional de Educação Física. Porém uma lei (11.036) promulgada dia 9 de janeiro de 2002 institui o dia 18 de dezembro como o Dia da Bailarina em São Paulo onde, na época o governador era Geraldo Alckmin.

Então ficou assim: Dia da Bailarina no Estado de São Paulo comemorado em 18 de dezembro, mas no Brasil o Dia da Bailarina é hoje, dia 1 de setembro.


Parabéns a todas nossas lindas bailarinas que não são bailarinas só hoje e sim todos os dias!


Para ficar na ponta do pé é necessário usar a sapatilha, peça inseparável do dia-a-dia da bailarina e bailarinos, símbolo do balé, antiga tradição trazida para a modernidade. Sentados no chão, os bailarinos, vestem as sapatilhas, alongam para aquecer. Na sala de aula, a barra é o apoio. O pé mantém-se nas pontas ou meia ponta, pois é deles que florescem as cinco posições e, em sintonia com os braços o voo é alçado apresentando a leveza dos movimentos. A técnica se une ao sentimento e ao talento para que no palco represente a personagem num bailado perfeito, que culmina nos fouttés da bailarina amparada pelo seu partner, o bailarino, que a sustenta em seu delicado bailar. Dessa forma, todos os dias, os bailarinos, perpetuam o elo entre o desejo e a arte de dançar... Quando abre a caixinha de música e dela surge uma bailarina que rodopia sem parar, su’alma se encanta e flutua, seus olhos brilham fascinados... Aos poucos, a música vai cessando e com ela as piruetas da delicada bailarina de “tutu” cor de rosa... Então, descobre uma pequena manivela que permite o sonho recomeçar... Assim como, ao olhar para a natureza capturamos milhões de impressões de uma paisagem, também o quadro que emoldura o palco e até mesmo a caixinha de música que têm no seu centro a figura de bailarinos, instigam sentimentos, manifestações e visões que nos levam aos mundos imaginários interpretados pela fluidez de seus corpos. Esses seres alados tornam-se profissionais esmerados, porque buscam seus sonhos. Sonhos que nascem no infinito de suas almas, no propósito de alcançar o desejado, de resistir a todas as forças contrárias, de projetar os seus mais íntimos significados; do desejo de subir ao palco e mostrar a arte da dança na sua mais sublime forma e, diante dos olhares fascinados da plateia, dar liberdade para interpretar e capturar milhões de impressões dos corpos etéreos. Esses mesmos espectadores, além de descobrir na dança inúmeros sentidos, encontram-se atados à moldura cênica pelos fios históricos de cada bailarino. Evoquemos a figura da bailarina e do bailarino, gravada em nossos corações e deixemo-nos inebriar pela arte do balé!

- texto da assessora da direção geral da Escola Bolshoi do Brasil, Bernadéte Costa.

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